Conselheiros Gestores da Região Metropolitana de Belém passam por capacitação

Com o objetivo de valorizar a diversidade cultural e ambiental e apoiar o processo de transformação social na Amazônia, o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), realizou, nesta quarta-feira, 08, a 3ª capacitação de Conselheiros Gestores da Região Metropolitana de Belém, no auditório do Batalhão da Polícia Ambiental (BPA).

A atividade foi voltada para os Conselheiros Gestores da Área de Proteção Ambiental (APA) da Região Metropolitana de Belém, da APA da Ilha do Combu, Refúgio de Vida Silvestre (Revis) Metrópole da Amazônia e Parque Estadual do Utinga.

Com o tema “O protagonismo da sociedade civil frente aos desafios da gestão ambiental na Região Metropolitana de Belém”, a capacitação teve como participante a professora da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra), Ruth Almeida, que discutiu sobre o papel do Conselho Gestor nas Unidades de Conservação (UC). O evento também contou com a participação de Eder José Azevedo Ramos, do Instituto Amigos da Floresta Amazônica (ASFLORA), que falou sobre a atuação específica, educação ambiental, implantação de sistemas agroflorestais (Safs), recuperação de áreas degradadas e produção de mudas; e de Manoel Potiguar, do Instituto Peabiru, que falou sobre o seu trabalho, que é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).

De acordo com o Gerente da Região Administrativa de Belém (GRB/Ideflor-bio), Júlio Meyer, o programa de capacitação para os Conselheiro Gestores é fundamental em dois aspectos. “Primeiro porque nivelamos informações fundamentais com todos os conselheiros, o que resulta em um bom gerenciamento das Unidades de Conservação (UC). E segundo, por conta da integração entre os Conselheiros das 4 UCs, que puderam debater sobre educação ambiental, recuperação de áreas degradadas, entre outros.”, contou.

Ainda segundo o Gerente, a atividade também foi importante por ter contado com a participação de duas organizações não governamentais, que realizam trabalhos que se destacam na Região Metropolitana de Belém, que são a ASFLORA e o Instituto Peabiru. “Vale ressaltar a importância do engajamento da sociedade na proteção do meio ambiente, na gestão dessas UCs, porque sem a integração da sociedade, a gestão dessas UCs é inócua”., concluiu.

✎Texto: Denise Silva / Ascom Ideflor-bio


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