Ideflor-bio e Emater consolidam parceria em prol da piscicultura sustentável no Lago de Tucuruí

Dando continuidade às atividades previstas no “Plano de Ordenamento dos Recursos Pesqueiros e Aquícola do Mosaico Lago de Tucuruí”, o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio), em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-Pará), tem como objetivo a implantação de uma Unidade Demonstrativa de Piscicultura, em parte do projeto “Piscicultura Paraíso”, do empreendedor Gilberto Vaz, que disponibilizou parte de sua infraestrutura para a realização do trabalho.

O objetivo principal do projeto é levantar informações que deem suporte para a implantação de outros projetos de Piscicultura no Lago de Tucuruí, sempre com ênfase na sustentabilidade. A unidade demonstrativa proporcionará a disponibilização de informações cruciais para a piscicultura como custo de produção e determinação de indicadores de desempenho das espécies cultivadas no Lago.

Além disso, será trabalhado o acompanhamento das espécies de peixes que se estabelecem nesse ambiente de Piscicultura, com o objetivo de verificar se a atividade pode ser uma ferramenta importante na restauração dos estoques pesqueiros naturais.

Durante a visita, que marcou o início da parceria, a Gerente da Região Administrativa do Mosaico Lago de Tucuruí/Ideflor-bio, Mariana Bogéa, os técnicos Eden Pontes e Jossandra Pinheiro (Ideflor-bio), e Henrique Sawaki e Jurandir Trindade, da Emater-Pará, demarcaram a área do projeto, acompanharam a rotina de atividades na piscicultura, repassaram a metodologia que será empregada, entre outras atividades.

O extensionista rural Henrique Sawaki enfatizou a importância da implantação desse projeto como um marco para a atividade na região. “Conciliar a atividade de piscicultura com a conservação ambiental e a possibilidade de se tornar uma ferramenta para a restauração e manutenção dos estoques pesqueiros naturais é uma experiência muito importante, principalmente por estar sendo implantada em uma unidade de conservação”, concluiu.

✎Texto: Denise Silva / Ascom Ideflor-bio


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