Geoprocessamento é tema de roda de conversa entre Ideflor-bio e alunos da UFPA

Estudantes do curso de graduação em Tecnologias em Geoprocessamento da Universidade Federal do Pará (UFPA), campus de Ananindeua, participaram, nesta quinta-feira, 17, de um encontro com os integrantes do Núcelo de Geotecnologias (NGeo) do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio). O encontro aconteceu no auditório do Ideflor-bio e contou com palestra e roda de conversas entre os estudantes, professores e técnicos em geoprocessamento do Instituto.

Na ocasião, o coordenador do NGeo, Pedro Bernardo da Silva Neto, compartilhou com os estudantes conhecimentos e experiências sobre a atuação na área das geotecnologias e do geoprocessamento. Dentre os diversos assuntos discutidos pelos participantes estiveram o uso das geotecnologias aplicadas ao monitoramento florestal, o trabalho com softwares e o papel do profissional.

“Nessa conversa, buscamos deixar claro para os alunos que o profissional de geoprocessamento não é apenas um produtor de mapas. Produzir mapas é uma parte importante do processo, mas o mapa é um documento e o profissional deve ser um analista, saber colher, observar e interpretar todos os dados relacionados aos espaços monitorizados”, explica Pedro Bernardo.

Participaram do encontro cerca 30 estudantes do primeiro semestre do curso de graduação, acompanhados pelos professores Marcelo Vasconcelos e Paulo Bittencourt. O curso tem foco na formação de profissionais habilitados para a produção de mapeamentos aplicados ao planejamento urbano e rural, uso da terra e meio ambienta, principalmente voltados à realidade paraense e amazônica.

Para a estudante Maiara Ribeiro, a visita ajuda a complementar a formação. “A conversa foi muito boa, pois foi bem explicativa e nós conseguimos conhecer na prática uma das possibilidades de atuação profissional em nossa área”, conta.

Texto: Dilermando Gadelha – Assessoria de Comunicação do Ideflor-bio

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