Volumes encontrados em praias do Nordeste paraense aguardam identificação

Três volumes não identificados foram encontrados ontem, 31/10, nas regiões da Praia da Princesa e Praia do Mupéua, na Ilha de Algodoal, município de Maracanã; e na praia de Ajuruteua, no município de Bragança, todas localizadas no Nordeste Paraense.

Os volumes de Algodoal, que emergiram dentro do território da Área de Proteção Ambiental (APA) Algodoal-Maiandeua, gerida pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio), foram recolhidos pela gerente da Unidade de Conservação, Rosângela Souza.

Rosângela conta que os volumes encontrados em Algodoal pesam cerca de 150kg e tem um cheiro forte. O Ideflor-bio ainda aguarda o laudo oficial do Ibama, que deve ser liberado nos próximos dias, para poder afirmar o que são os volumes, mas a gerente da APA Algodoal-Maiandeua relata que as praias da região estão seguras e continuam propícias para o banho.

Alguns volumes semelhantes também foram encontrados em praias do Nordeste brasileiro nos últimos dias. Segundo informações da Folha de Pernambuco, as análises preliminares sobre esses volumes feitas pela Agência Estadual de Meio Ambiente, em Recife, apontam para um polímero – espécie de borracha – derivado do petróleo e podem ser objetos de defesa de portos ou barcos, utilizados para minimizar o impacto da chegada desses barcos nos cais de porto.

O terceiro volume, encontrado em Ajuruteua, foi levado à Reserva Extrativista Marinha de Caete-Taperaçu.

Texto: Dilermando Gadelha – Assessoria de Comunicação do Ideflor-bio

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