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PROJETO ABELHA NATIVA

O projeto Abelha Nativa acontece em 07 (sete) municípios do estado: Portel (PEAEX Acangatá e PEAEX Alto Camarapí), Melgaço (Comunidades extrativistas) e Bagre (Parque Municipal) na Região de Integração do Marajó; Belém (PA Paulo Fonteles e PA Mártires de Abril em Mosqueiro) e Santa Bárbara (PA Mártires de Abril) na Região de Integração do Guajará; Castanhal (PA João Batista) na Região de Integração do Guamá; Acará (PEAS Olga Benário), na Região de Integração do Baixo Tocantins.

As áreas prioritárias para a implantação de projetos de meliponicultura são os territórios estaduais localizados em assentamentos agroextrativistas, territórios quilombolas e unidades de conservação de relevante interesse para a conservação da biodiversidade e da cultura de povos, comunidades tradicionais e agricultores familiares (PCTAFs). Espera-se com este projeto contribuir para a produção de mel de diferentes espécies de abelhas nativas, além de outros produtos como pólen e própoles, alimentos nutracêuticos de grande valor para alimentação e saúde humana. Além dos benefícios econômicos, culturais e sociais, a criação de abelha nativa proporciona benefícios ambientais com a polinização de espécies florestais e agrícolas, contribuindo para a reprodução vegetal e o ganho de produtividade agrícolas nos territórios onde serão implantados os projetos. Do ponto de vista ambiental espera-se contribuir para o processo de polinização de espécies da flora nativa, um serviço ecossistêmico imprescindível para a manutenção da floresta, já que as abelhas respondem por cerca de 80% da polinização das espécies florestais e de culturas para os seres humanos.

O objetivo deste projeto está vinculado a ação estratégica de apoio ao manejo florestal comunitário e familiar e aos produtos da sociobiodiversidade, do PPA 2020-2023, e faz parte das seguintes linhas prioritárias de fomento do FUNDEFLOR:

a) apoio à pesquisa e ao fomento de manejo florestal e de modelos de uso e aproveitamento sustentáveis de produtos madeireiros e não-madeireiros, incluindo o componente animal que compõe a biodiversidade da floresta, e de serviços florestais, incluindo o serviço ecossistêmico da polinização (sem a qual 80% das espécies desapareceriam), com atenção especial àqueles de gestão comunitária e familiar;

c) capacitação e treinamento de mão-de-obra e agentes envolvidos na cadeia da produção, da comercialização e da industrialização de produtos e subprodutos florestais (méis e outros produtos derivados da meliponicultura);

e) apoio à difusão e ao aprimoramento de tecnologias inovadoras de beneficiamento industrial de produtos e subprodutos de base florestal (incluindo a tecnologia inovadora da criação de abelhas nativas).

Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará

Avenida João Paulo II, S/N Belém – PA
Horário de Atendimento: das 08:00h às 17:00h de segunda a sexta-feira

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