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PARQUE ESTADUAL MONTE ALEGRE

O Parque Estadual tem como objetivo básico a preservação de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e beleza cênica, possibilitando a realização de pesquisas científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e interpretação ambiental, de recreação em contato com a natureza e de turismo ecológico.

O Parque Estadual Monte Alegre (PEMA) é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral, apresenta grande importância pelo seu peculiar ecossistema e relevante beleza cênica. Criado pela Lei Estadual n°. 6.412, de 09 de novembro de 2001, teve seus limites retificados pela Lei Estadual n° 7.692, de 3 de janeiro 2013. O PEMA está localizado no Município de Monte Alegre, na porção noroeste do Estado do Pará, na Mesorregião do Baixo Amazonas, Microrregião de Santarém, e apresenta uma área total de 36,78 Km² (3.678 ha).

O Parque apresenta um complexo de serras (Serra da Lua e Serra do Ererê), vales, cavernas (Gruta do Pilão e Gruta Itatupaoca), além da presença de diversos sítios arqueológicos com pinturas rupestres (no parque encontra-se o sítio arqueológico mais antigo da Amazônia Sul Americana com pinturas rupestres datadas em 11.200 anos a.p.). A Unidade possui algumas particularidades: uma estrutura geomorfológica (Domo de Monte Alegre-caracterizado por um conjunto de relevo acidentado); tem sua vegetação representada, em sua grande maioria, pela formação de Cerrado ou Savana; um solo arenoso (intimamente ligado às influencias das rochas) e uma fauna diversificada com presença de espécies endêmicas, tais como Aratinga maculata.

Segundo a lei de criação do PEMA, seu objetivo é proteger os ecossistemas naturais englobados contra quaisquer alterações que os desvirtuem, conciliando a proteção integral dos recursos naturais, culturais, históricos e das belezas cênicas com as utilizações para fins científicos, culturais, educacionais, recreativos e ecoturísticos.

As principais atividades existentes no Parque são a visitação aos sítios arqueológicos (arqueoturismo) que inclui escalada em alguns pontos dos atrativos, trilhas, visitação a cavernas (espeleoturismo), educação ambiental, esporte (mountain bike) e pesquisas científicas.

Os limites do parque foram retificados em 2013 para que não fosse necessário pagamento de indenizações.

A unidade não possui perfil em redes sociais.

Gerência da Região Administrativa Calha Norte-1 – GRCN-1/DGMUC/Ideflor-Bio

Telefone:

Endereço: Centro de Visitação, Parque Estadual Monte Alegre, s/nº. Zona Rural. CEP: 68.220-000. Monte Alegre – PA.

Quando ir

O melhor período para visitar o parque compreende os meses de maio a dezembro, período em que as chuvas estão menos intensas.

Como chegar

É possível chegar até o parque a partir de Santarém, que está ligada a Belém através de vôos comerciais diários. Partindo de Santarém, navega-se em balsas, em torno de duas horas, até o Distrito Portuário de Santana do Tapará. Prosseguindo via terrestre pela PA-255 e depois até a Linha do Ererê que dá acesso ao parque, uma distância de aproximadamente 80 km. O acesso ao parque está marcado principalmente por estradas secundárias e ramais de terrenos arenosos, o que requer veículos tracionados do tipo 4×4 para trafegá-las.

  1. Trecho fluvial entre Santarém e Santana do Tapará
  • Balsa Camila Navegação
Santarém - Santana do Tapará
Santana do Tapará - Santarém
Segunda a Sexta
Segunda a Sexta
07:00
04:00
13:00
10:00
17:00
16:00
19:00
20:00
Sábado
Sábado
07:00
04:00
13:00
10:00
19:00
16:00
Domingo
Domingo
07:00
10:00
13:00
15:00
19:00
16:00
21:00

A balsa Camila tem saída do Porto do DR em Santarém: www.google.com/maps/dir//-2.4252756,-54.6989526/@-2.4252487,-54.7014904,17z

  1. Trecho rodoviário entre Santana do Tapará e Monte Alegre
  • Viação Marte

93- 99123-7074

  • Plínio Tapará

93- 99152-2099

Valor da Passagem: R$ 30,00.

  • Ônibus Fortaleza e Santa Rosa

Horários:

Santana do Tapará - Monte Alegre (sede)
Monte Alegre - Santana do Tapará
Conforme os horários de chegada da balsa e lancha.
Em torno de 2h antes dos horários de saída da balsa.

O valor das passagens de ônibus varia entre R$ 25,00 a R$ 30,00.

Serra da Lua

Localizada na extremidade oeste da Serra do Ererê, o sítio arqueológico Serra da Lua chama a atenção pelo grande número de pinturas impressas em extensos paredões a céu aberto.

Gruta Itatupaoca

Localizada na encosta sul da Serra do Ererê a 120 metros de altitude em relação ao rio Amazonas. A entrada da gruta mede cerca de 9,5 m de altura dividida por uma trave rochosa, resultado de ação erosiva.

Pedra do Mirante

O maior diferencial desse lugar é a vista panorâmica (360 graus) que se tem da região desde o alto da Pedra do Mirante. Na sua base, há um importante conjunto de pinturas rupestres.

Gruta do Pilão

Também conhecida como Caverna da Pedra Pintada está situada no flanco oriental da Serra do Paytuna a 120 m de altitude em relação ao Rio Amazonas.

Pedra do Cogumelo

A pedra do cogumelo é uma formação rochosa, resultante de um processo de erosão eólica, cuja aparência se assemelha a um cogumelo gigante.

Centro de Visitantes

O Centro de Visitantes, situado diante da Serra da Lua, oferece auditório, escritório administrativo, área de exposição, banheiros e local de contemplação com vista para o impressionante paredão a céu aberto com pinturas rupestres do sítio arqueológico.

Painel do Pilão

Próximo à Pedra do Pilão e à Caverna da Pedra Pintada (Gruta do Pilão), encontra-se o sítio arqueológico Painel do Pilão, na encosta da Serra do Paytuna, a cerca de 100 metros acima do Rio Amazonas.

Pedra do Pilão

Esta formação rochosa está situada no topo sul da Serra do Paytuna a aproximadamente 120m de altura em relação ao Rio Amazonas.

Pedra da Tartaruga

Escultura produzida pela erosão eólica, cuja forma se assemelha a uma tartaruga, no alto do monólito.

Imagens de Gurupatuba

Em Monte Alegre, no Estado do Pará, estão abrigados verdadeiros tesouros da Amazônia, pinturas rupestres deixadas por habitantes da região há milhares de anos atrás. Nas serras e cavernas de Gurupatuba, antigo nome de Monte Alegre, está desenhada uma história que sobrevive ao tempo e à ação do homem.

Equipe de produção

Fernando Segtowick – Direção e roteiro
  • Márcio Pamplona – Fotografia
  • Pedrinho Callado – Trilha sonora
  • Maria Lídia – Música “Itatupaoca”
  • Idee Amazônia – Edição e finalização
  • Márcia Macêdo – Produção Executiva
  • Ziza Padilha e Pedrinho Callado – Mixagem e masterização

Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará

Avenida João Paulo II, S/N Belém – PA
Horário de Atendimento: das 08:00h às 17:00h de segunda a sexta-feira

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